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Sete detentos são liberados para trabalho remunerado em Rio Branco

ResumoO IAPEN e a Polícia Penal do Acre, em parceria com o TJ-AC, liberaram sete detentos para trabalho remunerado em empresas privadas de Rio Branco. A medida integra programa de ressocialização, permitindo remição de pena por jornada laboral. A ação visa reduzir a reincidência criminal e promover reintegração social dos apenados.

O IAPEN e a Polícia Penal do Acre, com o TJ-AC, liberaram sete detentos para trabalho remunerado em empresas privadas de Rio Branco. Ação busca ressocialização.

SM
Sofia Mendes Carvalho
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Sete detentos são liberados para trabalho remunerado em Rio Branco
Foto: Imagem ilustrativa · Vistok

O IAPEN e a Polícia Penal do Acre, com o TJ-AC, liberaram sete detentos para trabalho remunerado em empresas privadas de Rio Branco. Ação busca ressocialização.

O Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e a Polícia Penal do Acre (PPAC), em cooperação com o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), concederam a liberação de sete pessoas privadas de liberdade nesta sexta-feira, 04, para trabalho remunerado em empresas privadas de Rio Branco. A ação foi coordenada pela Diretoria de Reintegração Social do IAPEN, que tem à frente o Diretor André Vinicio, representante legal do presidente da instituição, Leandro Rocha.

As empresas que irão contratar a mão de obra requisitaram, por meio de ofícios, os sete apenados para iniciar o trabalho remunerado. Para ter direito ao benefício, é necessário atender a alguns requisitos, como bom comportamento e outros impostos pela resolução conjunta do TJAC.

Inicialmente, as pessoas privadas de liberdade contempladas só poderão sair de casa para o trabalho e retornar. Os beneficiários permanecem cumprindo pena inicialmente em regime fechado em suas residências. Caso haja descumprimento dos critérios e quebra dos termos das ordens judiciais, o benefício poderá ser revogado automaticamente e o apenado retornará à Unidade Penal.

Essa iniciativa reforça o comprometimento da instituição e das empresas parceiras em oferecer oportunidade de ressocialização e reintegração social ao convívio familiar. Em um contexto mais amplo, ações como essa dialogam com a necessidade de reinserção produtiva, um tema que ganha relevância quando olhamos para o mercado de trabalho formal.

A medida representa um passo concreto na política de reintegração social no Acre, unindo o sistema de justiça e a iniciativa privada em prol de um objetivo comum: dar uma nova chance a quem cumpre pena, sem abrir mão do controle e da fiscalização.

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Sofia Mendes Carvalho

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